Se segues o meu Instagram e não deixaste de reparar na fotografia das Cookies de Chocolate que publiquei recentemente, este artigo é para ti. No meu caso, fiz todo o procedimento no meu Robot de Cozinha Moulinex ClickChef (falei dele em maior detalhe aqui). No entanto, esta receita (assim como todas as outras) pode ser feita com os instrumentos comuns de cozinha, pelo que basta adaptar. Caso tenhas um robot de cozinha como a Bimby ou a Moulinex Cuisine Companion, basta guiares-te por esta receita adaptando ligeiramente caso assim o entendas.
Vamos lá pôr as mãos na massa?
Para esta receita vais precisar de: 175g de farinha 100g de açúcar amarelo 125g de manteiga com sal 1/2 colher de fermento 1/2 colher de bicarbonato de sódio 1/4 de colher de sal 1 ovo 150g de lascas de chocolate preto (ou de leite, que no caso poderá dispensar o açúcar)
1. Pré aquecer o forno a 180º;
2. Na taça, com a lâmina picadora, colocar a farinha, o açúcar, o fermento, o bicarbonato de sódio, o sal, a manteiga e o ovo. Misture tudo à velocidade 6durante 20 segundos.
3. Adicionar as raspas de chocolate pelo orifício da tampa e misturar à velocidade 3 durante 5 segundos.
4. Forrar um tabuleiro com papel vegetal.
5. Com a ajuda de uma colher, colocar pequenos montes de massa sobre o tabuleiro, separando-os de forma uniforme. Pode fazer montes mais altos ou em formato mesmo de bolacha.
6. Levar ao forno durante 13 minutor e após este tempo, deixar arrefecer sobre uma grelha. As cookies devem ficar com uma tonalidade dourada e com uma textura fofa, mas vão endurecendo conforme forem arrefecendo.
Passados quase 13 anos da minha última (e única) visita ao Oceanário de Lisboa, lá voltei a ir descobrir "o fundo" do Oceano. Aproveitámos a promoção e pagámos apenas 15€ por bilhete em vez dos normais 20€.
Confesso que não acho o valor extremamente em conta, mas percebo que alimentar todos os animais e manter o espaço não seja fácil. Para quem, como eu, adora a água e perceber tudo o que se passa no Oceano, é um passeio incrível.
Localizado no Parque das Nações, em Lisboa, nós optámos por estacionar num parque de estacionamento a cerca de 2 minutos a pé do Centro Comercial Vasco da Gama. O estacionamento era pago, mas tinha pouco movimento e desta forma tivemos a certeza de que não estávamos a deixar o carro em locais proibidos (em Lisboa nunca se sabe, não é?).
Em tempos de Covid, e sendo que esta foi a nossa primeira grande saída após o segundo confinamento, chegámos à conclusão de que talvez fosse melhor agendar a nossa visita (comprámos os bilhetes online) para a hora de almoço. O nosso raciocínio foi que, por ser hora de almoço, o mais provável era haver menos visitantes e a nossa visita ser um pouco mais tranquila. Acertámos em cheio. As sessões da manhã estavam praticamente esgotadas e a nossa sessão (das 13h) tinha maioritariamente famílias com crianças pequenas, pelo que em momento algum nos sentimos demasiado vulneráveis. Assim sendo, almoçámos mais cedo pelo Centro Comercial e seguimos para o Oceanário.
O ambiente é incrível. Os sons, a calma da água e dos peixinhos a nadar tornam tudo muito mais realista. Mas atenção que ao visitar com crianças de colo pode tornar-se um pouco assustador.
Ainda assim, para as crianças que já estejam um pouco mais conscientes da natureza e tenham interesse pela temática, visitar o Oceanário pode ser um programa inesquecível.
Deixo-vos com algumas fotografias da minha visita.
Olá, olá! Hoje venho falar-vos de 3 coisas que tenho na minha casa e que aconselho bastante a ter, quer seja pela sua utilidade ou até mesmo pela estética.
Google Nest
As pessoas mais "desconfiadas" das tecnologias podem dar já um NÃO redondo a este objeto, mas a verdade é que o Rúben adquiriu o Google Nest e hoje não queremos outra coisa. Apesar de a nossa vida não estar dependente disto, a verdade é que nos é muito útil. Para além de ser uma coluna comum onde podemos reproduzir música, também podemos fazer questões com a voz sem ter de mexer num telemóvel ou computador. Outro aspeto bastante positivo do Google Nest é que permite interagir com alguns componentes da nossa casa, como tomadas, estores elétricos, etc. Na nossa casa os estores são elétricos, mas como a nossa casa é arrendada e implica mexer com o circuito elétrico, preferimos não o fazer, mas é uma opção que queremos instalar na nossa futura casa. Além disso, quando conjugada com tomadas ou lâmpadas inteligentes, podemos também ligar, desligar, regular a cor ou a intensidade da luz através da voz ou da app no telemóvel.
Uma característica que utilizamos bastante também, é o estabelecer de alarmes e rotinas. Isto é, à noite, antes de ir dormir, se disser "Hey Google, boa noite" ela vai indicar a meteorologia para o dia seguinte, dizer quais são os compromissos que tenho marcados, perguntar-me para que horas pretendo ativar o despertador e colocar o meu telemóvel no silêncio. Se forem pessoas que têm dificuldades para dormir e gostarem de ASMR, podem também pedir para tocar sons da natureza 😄
Desumidificador
Se a vossa casa for húmida, é um investimento que pode valer bastante a pena. Moramos perto do rio e a nossa casa no Inverno apanha pouco sol, isto traduz-se em bastante humidade dentro de casa e um ambiente mais propício à formação de bolor.
No nosso caso, não precisamos de comprar um desumidificador porque os pais do Rúben tinham um que já não utilizavam e aproveitámos. A verdade é que nos dias mais húmidos despejamos diariamente o depósito de água. Desde que começámos a utilizar o desumidificador que notamos que as paredes e armários ganham muito menos bolor, o que para nós é bastante positivo. Além disso, notei bastantes melhorias na minha asma e alergias desde que o utilizamos com maior frequência.
Moulinex ClickChef
É o gadget mais recente cá em casa. Os meus sogros ofereceram-nos no natal depois de a nossa varinha mágica ter avariado e por ambos sermos grandes fãs da famosa Bimby. Na casa dos pais do Rúben existia o modelo, até à data, mais recente, e adorávamos fazer receitas de pão caseiro, bolinhos, sopa, enfim. A Moulinex ClickChef é bastante diferente da Bimby, mas acaba por ter resultados semelhantes e por um preço bastante mais acessível. A principal diferença é que enquanto a Bimby tem as receitas incorporadas e tem a balança no próprio copo, o que permite ir medindo os ingredientes conforme se coloca no copo, a ClickChef tem apenas os modos de cozinha e a balança está incorporada ao lado do copo. No entanto, a ClickChef trazia um livro de receitas com todos os passos e as receitas da Moulinex Companion também são compatíveis com a ClickChef. Confesso que no início foi um pouco estranho e demorei a habituar-me. Afinal de contas, estava habituada ao Ferrari dos Robots de cozinha, mas com o tempo fui-me habituando e percebi que no final o rendimento é o mesmo e não é preciso investir muito para obter o mesmo resultado. Sejamos sinceros: podemos cozinhar sem um robot de cozinha? Claro que sim!
"Então mas porque é que o aconselhas tanto?"
Porque para além de nos permitir descolar um bocadinho do fogão sem medo de a sopa queimar e outras acrobacias que tais, é também bastante mais saudável e económica, uma vez que com as quantidades certas a comida fica bastante apetitosa sem termos de abusar nos temperos (por exemplo), ou permitindo fazer molhos ou outras coisas sem os típicos corantes e conservantes presentes nos produtos de supermercado. Relativamente ao ser económica, ajuda bastante a fazer alguns produtos de forma caseira, como o pão ou o molho bechamel, mas também ao nível das quantidades, que não gera tanto desperdício. (No caso da Bimby, é possível fazer limonada ou sumo de laranja sem desperdiçar a casca). Ah, falta ainda falar do tempo! Para as mamãs que começam a saga das sopas, com um robot de cozinha podem simplesmente descascar os legumes, colocar a água e deixar a cozinhar. O robot vai cozer e passar a sopa sem que tenham de estar presentes. Quando faço sopa são 35 minutos garantidos no sofá 😄
Têm algum destes Gadgets lá em casa? Qual é a vossa experiência?
Desde que saí de casa dos meus pais e comecei a ter mais autonomia na decoração que a vontade de encarnar o papel de Designer de Interiores é praticamente diária. E imaginem que é o meu melhor amigo para o fazer? Não, não é o Rúben, é o Pinterest.
É óbvio que estando num apartamento arrendado as limitações são bastante maiores, no entanto, sempre dá para ir tirando umas ideias quando chegar a altura de ter a nossa própria casa.
Hoje deixo-vos algumas ideias que gostei para a sala. Tanto eu como o Rúben gostamos de espaços mais limpos, sem "demasiado a acontecer" e dos pormenores de madeira. No entanto, também não queremos ter algo demasiado "branco", e procuramos ter alguma cor (ou mesmo em preto) para dar vida ao espaço.
Quais são as vossas ideias favoritas? A minha é a última, mas será que conseguiria convencer o Rúben a ter uma parede bege?
Confesso que estou desabituada, preferia não estar. Mas acho que sou mesmo assim. Não gosto de coisas forçadas e sou demasiado perfecionista, um defeito que pretendo melhorar. Mas cá vai, vamos tentar novamente.
Olá, malta!
Ainda se lembram de mim? Peço desde já desculpa pelo meu desaparecimento. Sabem o que aconteceu? A vida. Como disse nas linhas acima não gosto de forçar as coisas, e entre o período em que publiquei mais frequentemente e a data de hoje muito aconteceu, e nem tudo foi bom. E hoje que páro para pensar nisso, foi exatamente por isso que parei. Estava desmotivada, triste e as coisas não estavam a fluir como eu queria. Cheguei a escrever sobre isso, mas nunca publiquei. Acho que não queria deixar de ter este espaço feminino e cor de rosa com situações tristes e chatas. Afinal de contas, se bem me lembro, os blogs eram a nossa fonte de inspiração e motivação, e revelar as coisas menos boas deturpavam um pouco essa imagem.
Mas já muita coisa aconteceu e estou aqui a tentar criar novas rotinas, agora que a turbulência maior já passou.
A Lurdes ainda cá mora, mas cresceu bastante e já perdeu os caracóis. Por isso, sem nunca deixar aquela faceta mais feminina do site, vamos falar de coisas da vida adulta (incluindo as mais chatas!) e outros devaneios que eu vou tendo.
"Mas porquê o Quase Casada?", perguntam vocês.
Uma das grandes novidades de 2020 foi o ter saído de casa dos meus pais para começar a viver com o Rúben. Após 8 anos de namoro achámos que estava na hora e que já tínhamos condições para isso, uma vez que também durante este período de pausa do blogue conseguimos encontrar trabalho e estabilidade profissional.
Neste momento vivemos como duas pessoas casadas: contas juntas, planos em conjunto e poupanças também. E estamos motivados para o que aí vem.
E pronto, agora já estão a par. Preparem-se para os Devaneios de uma Mulher Quase Casada, porque só me falta mesmo o casamento e a alteração do estado civil.
Este último ano em que me mantive afastada do blog e decidi por a LalaLurdes em pausa foi um ano marcado por várias mudanças, que pouco a pouco vos vou mantendo a par, e uma delas é o motivo pelo qual decidi escrever este artigo: o Implante Hormonal.
No início de 2019 decidi que tinha de trocar de método contracetivo. A pílula que estava a tomar não me fazia sentir bem e por isso procurei outras opções antes de recorrer ao médico. Uma das opções que encontrei foi exatamente o Implante Hormonal, que é um pequeno bastão de silicone que é inserido no interior do braço e que tem uma duração de 3 anos. Perguntei se poderia ser adequado para mim e depois de chegarmos à conclusão que sim decidi avançar. Assim, deixo-vos algumas perguntas e respostas para que possam saber como tem sido a experiência.
O que é o Implante Hormonal? O Implante Hormonal é um pequeno bastão de silicone (quase como um palito ou o pauzinho de um chupa) que é inserido na parte de dentro do nosso braço. No meu caso está no braço esquerdo. Ele é colocado à superfície da pele e liberta continuamente a progesterona em pequenas doses. Assim, esta componente impede os ovários de libertarem óvulos (normalmente deixa de existir menstruação ou há muito pouco fluxo) e dificulta também a fertilização dos óvulos ao tornar o muco cercival mais espesso.
Como é colocado?
Depois de ser administrada uma anestesia local (a minha foi feita com um spray muito frio que tornou todo o processo indolor), é colocado o implante através de um instrumento próprio. No final de ser colocado, é colocado um penso rápido no sítio da inserção.
Dói?
Não considerei a minha experiência má, antes pelo contrário. Estava à espera de um processo mais complicado e doloroso. Depois do procedimento há uma ligeira impressão no braço que dura cerca de 1 dia, mas nada que impossibilite de fazer as tarefas diárias.
O bastão sente-se?
Quando nos mexemos não. Apenas se tocarmos no sítio onde ele se encontra, e ainda assim pode não ser imediatamente percetível. É bastante discreto e cómodo.
Que mudanças senti? Vantagens
Penso que está questão depende bastante da experiência de cada um. No meu caso tenho por norma uma menstruação bastante irregular, e por isso precisava da pílula para a controlar. Ao colocar o Implante Hormonal deixei praticamente de ter menstruação. Para além disso sentia que a pílula interferia bastante com o meu humor e bem-estar, e foi esta uma das principais diferenças que senti. Para além das oscilações de humor terem desaparecido sinto que com o Implante Hormonal fiquei mais enérgica. Ao nível físico deixei de ter cólicas menstruais.
Desvantagens
Na minha opinião penso que a maior desvantagem do Implante Hormonal, no meu caso, foi a nível físico. Antes de ter optado pelo Implante Hormonal já sofria de hirsutismo, e este método veio acentuar um pouco mais essa característica. Além disso, ganhei acne no rosto (nada muito grave a meu ver) e algum peso, o que no meu caso não vejo como negativo porque sempre tive uma estatura bastante pequena e relativamente magra e agora sinto que tenho um corpo de tamanho "normal". No entanto, nos primeiros meses após ter colocado o Implante inchei bastante no rosto, que foi uma mudança temporária e rapidamente voltei ao normal.
O que acontece quando termina a validade do Implante Hormonal?
Após os 3 anos de validade do Implante, este é retirado através de um pequeno corte no braço. Como ainda tenho o meu não vos posso dar feedback sobre a experiência, mas deduzo que seja tão simples como colocar: causa algum desconforto nas primeiras horas mas acaba por passar.
Espero que tenha conseguido transmitir a minha experiência com este método contracetivo, uma vez que este não é tão familiar com a pílula ou outros métodos. Se tiverem alguma dúvida ou curiosidade não deixem de perguntar, seja nos comentários ou por mensagem privada.
Quem é que não gosta de comprar um produto daqueles que faz exatamente que um mais caro mas a um preço bastante mais baixo? Pois é, acho que ninguém. Por isso atentem nesta publicação aqui, procurem o que vos vou falar, partilhem com as amigas e ponham notificações onde for preciso porque o que vos estou prestes a mostrar pode mudar a vossa vida.
Tive o cabelo encaracolado durante anos. Não sei muito bem porquê mas com o tempo os caracóis foram alisando cada vez mais e dando lugar a um cabelo (mais) liso. Cheguei a uma altura em que o meu cabelo era uma coisa um bocado estranha, porque quando era criança tinha o cabelo extremamente liso e na adolescência tive um cabelo extremamente encaracolado. Ora, acordar com pontas para aqui e para ali não era muito a minha coisa, mas lá me fui habituando.
Aquilo que mais gostava era da pequena manta agarrada à cabeça e que me conseguia aquecer as costas. Nunca tive o cabelo tão comprido como naquela altura, no entanto lembrei-me de cortar o cabelo bem curtinho e só depois é que me lembrei: "isto de ter cabelo curto é muito bonito, mas algo me diz que vou ganhar uns jeitos estranhos". Então lá fui eu ver uma placa para esticar o cabelo e foi então que encontrei uma placa a vapor, como a tão famosa Steampod, mas a um preço beeeeem mais baixo.
Ora vamos lá passar ao que interessa: a minha placa alisadora é da marca Saint Algue e adquiri a minha no Continente por 40€, embora na altura estivesse em promoção e o preço original fossem 80€. O que me levou a comprar este produto foi o facto de ser uma placa a vapor. Sempre ouvi falar da Steampod e nunca percebi o deslumbre... até a experimentar. De facto, as placas a vapor deixam o cabelo bastante mais suave e ajudam a combater o frizz, um problema que eu tinha para dar e vender.
A temperatura é regulavél até aos 230º e para além do modo de vapor a placa tem ainda o modo normal sem vapor. A caixa trazia a placa, um saco de transporte de veludo e ainda uma garrafinha para colocar a água dentro da placa. A água utilizada deve ser destilada de forma a evitar a acumulação de calcário dentro do produto, mas uma vez que a água destilada tem um preço muito acessível o garrafão rende imensas utilizações (para além de que também utilizo a água destilada no ferro de engomar, por exemplo).
O facto de o depósito ser bastante menor que o da Steampod pode ser um entrave para muitos, mas não para mim. O depósito da placa cheio dá para duas utilizações e a garrafinha dá ainda para mais duas. Ou seja, no caso de uma viagem, por exemplo, não teria qualquer problema em levar a placa comigo, uma vez que não iria ocupar muito espaço e tanto o liquido no depósito como da garrafa seria suficiente para umas férias de uma ou duas semanas.
Agora a derradeira questão: A placa é boa?
SIM.
Vale cada cêntimo. O meu cabelo fica super sedoso quando utilizo a placa e o vapor é distribuído de forma bastante generosa. Digo isto porque vi imensa gente queixar-se de produtos que deitavam uma quantidade bastante baixa de vapor, o que não é o caso. Dito isto, aconselho este produto a quem procura uma solução mais acessível. Não sei se estará à venda noutros locais, mas vão passando pela secção de cabelo do Continente, talvez tenham sorte!
Paris foi, desde que me lembro, o meu destino de sonho. Sempre adorei a vibe francesa, desde a moda ao estilo de vida, e quando surgiu a oportunidade de escolher um destino de férias não pensei duas vezes e pus mãos à obra.
Nunca tinha viajado sem os meus pais, e dar o passo de viajar sozinha requer alguma responsabilidade a todos os níveis. Por isso, se também estão a começar a viajar sozinhos não deixem de ler este post e saibam como planeei toda a viagem.
1. Passagens de avião
Assim que eu e o meu namorado decidimos viajar começamos por ver quais seriam os melhores dias, a companhia indicada, preços e toda a logistica associada. Como o objetivo era passar a passagem de ano por Paris, optámos por embarcar dia 27 de dezembro e regressar dia 3 de janeiro. Depois de alguma pesquisa de preços, decidimos viajar com a Aigle Azur e comprámos os bilhetes dia 31 de outubro (cerca de dois meses antes). Como íamos em época alta e podia haver algum tipo de entrave ao embarque, fizemos também um seguro que abrangesse cancelamentos. Assim sendo, pagamos 117€ por um bilhete de ida e volta segurado com direito a bagagem de cabine. Apesar de não ter sindo necessário recorrer ao seguro, cheguei à conclusão que pode ser benéfico adquiri-lo, pois no dia após regressarmos a Portugal o aeroporto em Paris tinha cancelado vários voos devido ao mau tempo.
2. Roteiro
O segundo passo do planeamento da viagem foi decidir onde iriamos. Fizemos alguma pesquisa sobre a cidade de Paris e pontos turísticos "obrigatórios" e decidimos aqueles que queriamos mesmo ver e os que não nos chamavam tanto a atenção. A ferramenta que mais nos ajudou neste método foi o Google Maps. Depois de fazer a lista de onde queríamos ir, "dividimos" Paris por secções com os sítios mais próximos. Depois escolhemos um dia para visitar cada zona. Assinalamos ainda as saídas de metro para evitar que nos perdessemos, o que deu bastante jeito para nos orientarmos.
Infelizmente, o mau tempo impediu-nos de ver muita coisa. Mas em contrapartida pudemos viver a realidade francesa, desde os costumes ao dia-a-dia até aos locais menos turísticos. A parte positiva de termos feito este passo é que este roteiro vai estar sempre disponível na nossa conta Google, pelo que da próxima vez que voltarmos a Paris podemos excluir locais já visitados e terminar o nosso roteiro.
3. Museus e locais com entrada paga
Durante a minha pesquisa sobre a cidade, descobri que há um acordo aplicável em Paris onde os jovens residentes na União Europeia com menos de 25 anos de idade não pagam entrada em alguns locais ou então pagam um preço bastante mais baixo. Obviamente que aproveitamos para poupar algum dinheiro e tivemos isto em conta. Como era pedido um comprovativo de morada, dirigimo-nos à junta de freguesia do local onde moramos para o obter e esse comprovativo andou sempre conosco. Graças a esta medida pudemos visitar gratuitamente o Arco do Triunfo e pudemos visitar o 2º andar da Torre Eiffel por apenas 5€ ( o preço original era 15€ se não estou em erro).
4. Roupa
Ao viajar no pico do Inverno sabiamos que tinhamos de ir bem agasalhados. Por isso a primeira coisa a pôr na mala foram os cachecóis, gorros e luvas. Como a bagagem era de mão, não podia levar muita roupa comigo, pelo que procurei criar conjuntos onde as peças pudessem ser combinadas umas com as outras. Levei 2 pares de calças, 1 par de botas de cano alto e 1 par de sapatilhas, collants para utilizar por baixo das calças, 4 camisolas de malha quente e vários tops de alcinhas para utilizar por baixo das camisolas. Além disso, levei ainda um casaco com pêlo no interior e capuz, que acabou por ser a melhor aquisição da viagem.
5. Transporte
Como ficámos em casa de um amigo meu que vivia fora do centro da cidade tivemos de nos deslocar de RER (rede expresso regional). Ao chegar à cidade faziamos as restantes deslocações de metro. Por isso, adquirimos um bilhete diário que abrangia as cinco zonas por 7.50€. Nos dias em que não fizemos visitas ao centro deslocavamo-nos de carro.
6. Comida
A semana passada em Paris seria um atentado à dieta se na altura eu estivesse numa. Os preços praticados nos restaurantes da cidade eram um pouco caros, pelo que recorriamos a espaços de fast food como o Mcdonalds ou o KFC. Para evitar comprar comida na cidade, fomos no primeiro dia ao Intermarché ao lado da casa onde ficámos comprar sumos, bolachas e outros snacks que pudessem durar a semana toda e que pudessemos levar conosco. Tomámos sempre o pequeno-almoço em casa de forma a evitar gastos desnecessários. Apenas no último dia é que optamos por almoçar num restaurante local.
Podem ainda ver um pouco da minha viagem neste vídeo:
Espero que tenham gostado de saber mais sobre a minha viagem à cidade do amor! Digam de vossa justiça nos comentários 💙
Há uns dias recebi em casa o novo creme de caracóis da gama Meus Cachos da Embelleze. Ao que parece, todos os produtos desta gama são enriquecidos com um mix de óleos (Argan, Macadâmia, Coco, Linhaça, Girassol, Abacate e Azeite de Oliva Manteiga de Karité e Queratina), de forma a proporcionar caracóis ultra suaves, brilhantes, definidos e cheios de vida.
No drama que é ter caracóis, o creme creme Cachos de Cinema ganha ainda o Óscar para melhor finalização, por permitir uma modelação de longa duração com proteção solar contra os raios UV.
O resultado esperado é o de ter caracóis incríveis, super flexíveis, glamorosos e resistentes à humidade. Sei que os meus caracóis de alguns tempos tinham adorado este produto, mas infelizmente o corte radical que fiz em setembro ditou-lhes o fim. Por isso, vou oferecer este produto a alguém que certamente lhe dará um bom uso.
1
Lavar o cabelo com o Champô Novex Meus Cachos de Cinema e massajar desde o couro cabeludo até as pontas. Enxaguar. PVP: 7,96€
2
Aplicar a Máscara Novex Meus Cachos de Cinema e deixar atuar por 10 minutos. Enxaguar. PVP: 12,29€
3
Aplicar o Condicionador Novex Meus Cachos de Cinema e deixar atuar por 2 minutos. Enxaguar. PVP: 7,96€
4
Aplicar o Creme de Pentear Novex Meus Cachos de Cinema para finalizar. Não enxaguar. PVP: 16,69€
Podes adquirir estes produtos num ponto de venda mais próximo, disponível para consulta AQUI ou online através do site da EmbellezePortugalAQUI.
2018 ficou marcado pelo casamento da minha irmã, aquela pessoa com quem nos damos muito bem ou muito mal. Como todas as relações de irmãos, tivemos as nossas desavenças, respostas tortas, ameaças e tudo o que vem incluído nesse "pacote". Mas, a meu ver, o noivado dela acabou por nos unir um pouco mais.
Nunca me passou pela cabeça vir a ser uma das Damas de Honor da Kátia. Eu era a irmã da noiva, um "cargo" que, para mim, já era de responsabilidade por toda a ajuda que lhe ia dando com o aproximar da data.
O pedido veio num caixote. Literalmente.
Ao abrir o caixote voou um balão com este papel:
E esta pulseira de estilo pandora, que realmente usei no dia C!
Confesso que a partir do momento do pedido comecei a ficar um pouco nervosa. Estava encarregue de algumas tarefas no grande dia, pelo que o pânico que alguma coisa falhasse foi mais que muito. Afinal de contas tratava-se do grande dia da minha irmã...
Até ao casamento o alvoroço foi muito: a escolha do vestido, fazer alguns elementos decorativos para a quinta, ajudar a conceber os convites, ementas e na disposição das mesas, etc, etc, etc. Senti que ajudar na organização de um casamento foi um misto de stress com muito prazer. Sempre gostei de me sentir atarefada e que estava a "criar" alguma coisa. Até acabei por produzir um vídeo para passar durante o copo de água, que gerou algumas lágrimas (mission accomplished).
O dia anterior ao casamento passou a correeeeeeeeeeeer. Andámos de um lado para o outro a comprar coisas que faltavam, a transportar coisas para a quinta, a imprimir as ementas e nomes das mesas, decorar o carro, entre muitas outras coisas. Mas organizámos tudo de forma a que sobrasse tempo para que a Kátia pudesse treinar a coreografia surpresa que ia fazer ao André e ainda ir conhecer a Helena Coelho.
Almoço antes do ensaio geral da coreografia surpresa com o professor Gonçalo Rodrigues (Gonza Events)
Com a Helena Coelho no evento da Quem disse, Berenice?
O carro da noiva
Entusiasmo do dia anterior
Finalmente, chegou o grande dia. À medida que ia fazendo as minhas coisas tinha também de manter-me sempre por perto, para auxiliar a minha irmã em tudo o que fosse preciso. Ser dama de honor não é aparecer quando a noiva aparece, mas sim deixá-la brilhar com a nossa ajuda sem nunca lhe roubar o protagonismo. Naquele dia pus um pouco de mim em tudo o que fazia, por muito simples que fossem os gestos.
Como é óbvio a Kátia não tinha um sítio onde pudesse guardar alguns essenciais, como por exemplo o batom. Assim, cabia-me a mim certificar-me de que sempre que fosse preciso retocar a maquilhagem ela o pudesse fazer de forma simples e rápida.
Com a maquilhadora Filipa Sequeira.
Hoje, quase um ano depois da boda, vejo que foi um dia stressante mas muito gratificante. Como tudo, houve coisas que correram menos bem, mas que no final acabaram por dar história, porque são estas pequenas coisas que tornam cada momento único. Ser dama de honor é uma honra. É uma prova de confiança que nos é dada. Afinal de contas, os noivos estão, de certa forma, a pôr o dia nas nossas mãos. E o nosso papel é garantir que o dia corre como eles sempre sonharam, mesmo que isso signifique levar a cábula para a igreja só para nos certificarmos que a entrada corre como a noiva deseja
😂
Foi uma honra desempenhar este papel no teu dia, Kátia ❤